UNIVERSO PASSADO A LIMPO


ATUALIZAÇÃO:

Brasil e a gripe suína

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira 2/07 que foram confirmados 44 novos casos de gripe suína no Brasil. Os pacientes são dos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, Paraná e Santa Catarina. Um caso do Maranhão divulgado ontem (1º) foi excluído por erro do órgão.

MAIS SOBRE O VÍRUS

 

No total, já foram registrados 737 casos confirmados de infecção pelo vírus A (H1N1) desde 8 de maio. Pessoas que tiveram contato próximo com estes pacientes estão sendo monitoradas.

De acordo com nota do ministério, a maior parte dos 737 pacientes já recebeu alta ou está em recuperação. A única morte registrada no país continua sendo de um homem no Rio Grande do Sul.

Os Estados mais afetados são São Paulo (318 casos), Rio Grande do Sul (99), Rio de Janeiro (81) e Minas Gerais (78). Amazonas, Ceará e Piauí são os menos afetados, com um caso confirmado em cada.

Até 30 de junho, em 61,7% dos casos confirmados os pacientes foram infectados no exterior e 176 pessoas foram infectadas dentro do país, o que equivale a 25,4%. Outros 90 casos permaneciam em investigação. Em todos os casos de transmissão dentro do país, os pacientes tiveram contato com pessoas que viajaram de outros países. Para elaborar estas estatísticas, o ministério considera apenas a parcela dos casos da gripe A que foram computados no sistema oficial de notificações. As informações dos laboratórios de referência não são utilizadas.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) já contabiliza 35 países com casos de infecções pelo vírus da gripe A (H1N1) dentro de suas fronteiras: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Estônia, França, Alemanha, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, Guatemala, México, Panamá, Peru, Uruguai, Japão, Egito e Austrália.

Em todo o mundo, o país onde é maior a letalidade relativa da gripe suína é a Colômbia, com duas mortes em um total de 93 casos confirmados. Em números absolutos, os Estados Unidos tiveram mais vítimas fatais: 127.

Os países mais afetados pelo vírus são os EUA, México, Canadá, Chile, Reino Unido, Austrália e Argentina.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/07/02/ult7403u139.jhtm



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 20h08


MULHERES VÃO AS COMPRAS.

QUEM GASTA MAIS? As solteiras ou as casadas?

Mulheres solteiras compram mais, revela pesquisa

 

 

De acordo com o estudo, 56% delas fazem compras em lojas de departamentos, contra 54% das casadas. Quando o local do consumo é o shopping center, a diferença sobe para quatro pontos percentuais: 54% frente a 50%, respectivamente.

As solteiras também cultivam mais o hábito de comer ou passear em shoppings (47% contra 44%), ir à praia (46% contra 42%), ir a shows (31% contra 22%), frequentar danceterias e casas noturnas (20% contra 11%), frequentar clubes (16% contra 11%), ir a museus ou exposições (9% contra 7%), ir a eventos patrocinados por empresas e marcas (6% contra 4%) e assistir futebol em estádios (6% contra 4%).

Leitura e aparência

Ainda no que diz respeito ao lazer, as mulheres que ainda não encontraram sua cara-metade leem mais, tanto para fins profissionais - 22% das solteiras frente a 17% das casadas -, como nas horas de folga - 39% e 35%, nesta ordem.

O hábito de frequentar bancas de jornal e revistas também é maior entre as mulheres solteiras (21% contra 19%), assim como o de cuidar mais da aparência, visto que 10% costumam fazer ginástica em academia, ao passo que somente 8% das casadas fazem o mesmo.

Carreira

O estudo da Ipsos ouviu cerca de 5.019 mulheres, com idades entre 30 e 39 anos e constatou que as mulheres solteiras estão mais concentradas nas classes mais altas. Aproximadamente, 8% delas pertencem à classe A, 32% à B, 42% estão na classe C, 15%, na D e 3%, na E.

Entre as casadas, os percentuais são os seguintes: 6% na A, 28% na B, 47% na C, 17% na D e 2% na E.

No que diz respeito ao mercado de trabalho, as solteiras trabalham mais, sendo 56% em período integral, contra 45% das casadas, e 22% em meio período, frente a 20% das que já disseram sim no altar.

O mesmo se repete nos níveis de ocupação profissional: Superior (7% e 5%, respectivamente), Médio (40% e 29%), inferior (31%, para ambos) e sem atividade (22% contra 35%).

Site www.yahoo.com.br



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 09h36


DIA MUNDIAL DA LAVAGEM DAS MÃOS

 

Mundo atual no combate as doenças.

Contra gripe suína, EUA recomendam lavar as mãos e usar máscara

da Folha Online

"Lave as mãos." Essa é o principal conselho do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos para prevenir a infecção pelo vírus da gripe suína, que matou 22 pessoas no México e fez pessoas doentes nos Estados Unidos e Canadá. Este foi um alerta da Folhaonline dia 26/04/2009.

Principal via de transmissão de microrganismos e, portanto, de doenças, as mãos devem ser constantemente limpas. A dica é uma obrigação não só para os profissionais de saúde, mas também para todos.Este simples procedimento de higiene, começou  com A PARTICIPAÇÃO DE FLORENCE NIGHTINGALE NA PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES

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Em 1863, a enfermeira Florence Nightingale descreveu procedimentos de cuidados relacionados aos pacientes e ao ambiente, com a finalidade de diminuir os riscos da infecção hospitalar. Florence solicitava que as enfermeiras mantivessem um sistema de relato dos óbitos hospitalares com o objetivo de avaliar o serviço. Essa atitude provavelmente constituiu-se na primeira referência à vigilância epidemiológica, tão usada atualmente nos Programas de Controle de Infecção Hospitalar. Seu colaborador, William Farr fazia a interpretação estatística dos dados.

Anos antes, em 1854, Florence e mais trinta e oito enfermeiras foram designadas para o hospital de base de Scutari, em Constantinopla, atual Istambul, ficando responsáveis por 1500 pacientes. Durante o conflito entre a Rússia e as forças aliadas da Inglaterra, França e Turquia, o hospital chegava a ter de 3.000 a 4.000 doentes e feridos de guerra. O hospital apresentava péssimas condições: não existiam sanitários, os leitos e roupas de cama eram insuficientes, não havia bacia, sabão ou toalhas, as pessoas comiam com as mãos e a taxa de mortalidade era de 42%. Florence, então, abriu cozinhas, lavanderias, melhorou as condições sanitárias, e fazia rondas à noite levando assistência e conforto aos pacientes. Reduziu, assim, as taxas de mortalidade de 42,7% para 2,2%. Em vista disso, após a guerra da Criméia, retornou a Londres como heroína, e em 1860 inaugurou "The Nightingale School for Nurse". Publicou mais de 100 trabalhos, sendo "Notes on Nursing" o mais valioso. Após suas observações, valorizaram-se pacientes e condições ambientais como: limpeza, iluminação natural, ventilação, odores, calor, ruidos, sistema de esgoto, mais do que simplesmente a estética.

 

É valido referir, que no século XIX os hospitais eram desprovidos de água corrente e a de que dispunham era contaminada. Lixos e dejetos eram jogados em poços nos fundos dos terrenos, os cirurgiões limpavam suas mãos e instrumentos nos seus aventais e as roupas de cama não eram trocadas com freqüência, facilitando a transmissão de doenças

Florence Nightingale (1854-1855), na guerra da Criméia, postulou sobre a importância de pequenas enfermarias, ligadas por corredores abertos. Da mesma forma, pregou a necessidade de ambientes assépticos e muito limpos bem como explicitou a transmissão da infecção especialmente por contato com substâncias orgânicas. Em vista disso, organizou treinamento para as enfermeiras sobre limpeza e desinfecção e orientou a construção de hospitais de maneira a possibilitar maior separação entre os pacientes.

Outro exemplo vem  há 160 anos o ato de LAVAR AS MÃOS foi instituído no Hospital Geral de Viena por Ignac Semmelweis como a medida mais eficaz no controle de infecção hospitalar. Com este simples ato, conseguiu reduzir a taxa de mortalidade materna neste hospital em aproximadamente 80%. A lavagem das mãos é a rotina mais simples, mais eficaz e de maior importância na prevenção e controle das infecções hospitalares, devendo ser praticada por toda equipe, mesmo por aqueles profissionais que não prestam assistência direta a clientela.

Ignac Semmelweis

 

“As maiorias dos que estavam morrendo foi tratada por estudantes de medicina que trabalhavam com cadáveres durante as aulas de anatomia antes de começar seus turnos na maternidade.”

Uma vez que os estudantes não lavavam suas mãos depois de manusear os cadáveres e então tocavam nos pacientes (lavar as mãos não era uma prática de higiene naquele tempo), eles regularmente transmitiam as bactérias patogenicas dos cadáveres para as mães. "O resultado foi uma taxa de mortes 5 vezes maior para as mães que faziam o parto no hospital comparado com as que tinham o bebê em casa." diz Gerberding.

Em uma experiência, considerada na melhor das hipóteses excêntrica por seus colegas, Dr. Semmelweis insistiu para que os estudantes lavassem as mãos antes de tratarem as mães na maternidade. "Esse foi o começo do controle de infecções", diz Dr. Gerberding. "Foi realmente uma revolução, não só nos padrões de procedimentos médicos, mas na saúde pública em geral, uma vez que hoje a importância de lavar as mãos na prevenção de doenças reconhecida por todos."

Especialistas em saúde geralmente citam o ato de lavar as mãos como a forma isolada mais eficiente de prevenir a transmissão de doenças. "Essa é uma medida de controle de infecção que foi espalhada com sucesso pela comunidade", ela diz. "Boa higiene em geral, e esterilização e desinfecção em particular, juntamente com outros padrões que começaram em hospitais, ficaram amplamente usados em todos os lugares."

No ambiente hospitalar, lavar as mãos pode prevenir infecções potencialmente fatais de se espalharam de paciente para paciente, e dos pacientes para o profissional da saúde e vice-versa. Em casa, lavar as mãos pode prevenir que doenças infecciosas, como diarréia e hepatite A, passem de um membro da família para outro e, algumas vezes, para a comunidade.

A regra básica nos hospitais e lavar as mãos entre os contatos com pacientes. Em casa deve - se lavar as mãos antes de preparar a comida, depois de trocar fraldas, e depois de usar o banheiro.

QUANDO LAVAR AS MÃOS:

No início e no fim do turno de trabalho.

Antes da realização de qualquer procedimento.

Antes e depois de contato com pacientes.

Após o contato direto com matéria orgânica.

Quando as mãos forem contaminadas, em caso de acidente.

Após coçar ou assuar nariz, pentear os cabelos, cobrir a boca para espirrar e/ou manusear dinheiro. Antes de comer, beber, manusear alimentos e fumar.

Antes e após utilizar o banheiro.

 

LEMBREM-SE:
O uso de luvas não exclui a lavagem das mãos.

Mantenha as unhas curtas e remova todas as jóias antes da lavagem das mãos, pois existem estudos que comprovam alta quantidade de microrganismos sob as unhas, em anéis, relógios e pulseiras.

E no caso de dúvida: "LAVE SEMPRE SUAS MÃOS"

 

Procedimento para lavar as mãos

Um conveniente método para lavar as mãos deve atender aos seguintes pontos:

Use sabonete liquido e água corrente;

Esfregue vigorosamente as mãos enquanto as lava;

Lave toda a superfície (incluindo as costas das mãos, os pulsos, o espaço entre os dedos e sob as unhas);

Deixe a água a correr até que todo o sabonete tenha sido removido;

Limpe as mãos com uma toalha descartável;

Em casas de banho públicas, feche a torneira usando uma toalha de papel.



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 19h50


GRIPE A?

OMS: Gripe suína vira Gripe A H1N1

Publicada em 30/04/2009 às 22h24m

VEJA AQUI A INTEGRA

Fonte: O Globo 

GENEBRA - A gripe suína não é mais "suína". Um dia depois de o Egito determinar a matança de 300 mil porcos - um equívoco, segundo especialistas, porque a transmissão está acontecendo entre seres humanos e não tem mais nada a ver com porcos - a OMS decidiu mudar o nome para Gripe A H1N1.

" Quando as pessoas veem o nome "gripe suína", pensam que porco é um perigo para a população. Não. Porcos não são perigosos e não estão infectando pessoas "

 Houve pressão da indústria pecuária, inclusive do Brasil, bem como de agências da ONU, como a FAO, que argumentam que o nome "gripe suína" estava passando a mensagem errada aos consumidores e levando governos a erguer várias barreiras ao comércio de carne de porco. Vários países, entre eles Rússia, China e Ucrânia, proibiram a importação de carne de porco do México e de partes dos Estados Unidos. O diretor-geral assistente da OMS Keiji Fukuda disse que a organização resolveu mudar o nome para evitar a confusão, mas também por um fato: esta gripe é "humana".

- Em muitos lugares, quando as pessoas veem o nome "gripe suína", pensam que porco é um perigo para a população. Não. Porcos não são perigosos e não estão infectando pessoas - explicou.

Fukuda disse que a OMS resolveu, então, aplicar o nome científico do novo vírus, evitando assim a estigmatizarão da doença e reações desmesuradas em relação aos animais.

A DOENÇA NO BRASIL

 Em pleno dia do trabalho vejam como as pessoas que não podem dar o luxo de descansar estão se precavendo para não contrair a doença.

Em São Paulo

Gripe Suína: taxistas trabalham com máscaras em Cumbica, SP

 

Fonte: UOL

DADOS ATUALIZADOS DOS INFECTADOS PELA GRIPE A

Os Estados Unidos confirmaram nesta sexta-feira (1) que o número de casos da nova gripe suína subiu para 141 em 19 Estados, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).oficialmente chamada de influenza A (H1N1). Até agora, 331 pessoas estão infectadas pelo vírus em pelo menos 11 países.

H1N1

AP

Imagem de microscópio cedida

pelo Centro de Controle e Prevenção

de Doenças dos Estados Unidos

mostra o H1N1, estirpe do vírus da gripe suína

 

Balanço da OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou hoje o número de casos confirmados de gripe suína, agora são 156 casos no México, 109 nos EUA, 34 no Canadá; 8 no Reino Unido; 13 na Espanha; 3 na Alemanha; 3 na Nova Zelândia; 2 em Israel, 1 na Áustria, 1 na Suíça e 1 na Holanda. Já são 176 mortes no México (dez confirmadas) e uma nos Estados Unidos.

 Em sua apuração, a OMS não leva em conta os casos confirmados em laboratórios que não lhe foram notificados oficialmente, e por isso os números da organização sempre são menores que os dados divulgados pelos governos. 

A OMS voltou a dizer que não recomenda a restrição de viagens regulares nem o fechamento de fronteiras, mas considera "oportuno que as pessoas doentes suspendam viagens internacionais e que aqueles que apresentem sintomas após uma viagem internacional busquem atendimento médico". 

Além disso, a OMS assegurou "que não há risco de infecção por comer porco bem cozido ou produtos provenientes deste animal". 

Fonte: UOL



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 14h30


 GRIPE SUÍNA - URGENTE

Gripe suína ou gripe porcina é uma doença infectocontagiosa ocasionada por uma variante do vírus influenza H1N1. Apesar do nome não é transmitida pelos porcos, por isso, discute-se a mudança do nome para não ocasionar erros.

Também denominada gripe mexicana, gripe norte-americana, influenza norte-americana ou nova gripe.

A transmissão ocorre apenas entre humanos (homem-homem). Até o momento não foi registrado nenhum caso de contaminação por contato com animais, mas somente pelo contato entre humanos.

O consumo de carne de porco não acarreta doença, uma vez que o vírus é inativado pelo calor. Esta afecção está sendo considerada epidêmica no México, onde o governo já anunciou 7 mortes confirmadas causadas pelo H1N1 e 152 casos de morte suspeitos, levando a Organização Mundial da Saúde a declarar que a doença é uma "emergência na saúde pública internacional" com grandes chances de tornar-se uma pandemia.

Forma de contágio

A contaminação se dá da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado, ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados.

Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos, nem pelo contato com os porcos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos.

Não foram identificados animais (porcos) doentes no local da epidemia (México). Trata-se, possivelmente, de um vírus mutante, com material genético das gripes humana, aviária e suína.

Sintomas

Assim como a gripe humana comum, a gripe H1N1 2009 (Mexicana) apresenta os sintomas: febre, cansaço, fadiga, dores pelo corpo, tosse e ainda sintomas característicos como diarreia ou vômitos.

Tratamento

De acordo com a OMS, os medicamentos antiviral oseltamivir e zanamivir, em testes iniciais mostraram-se efetivos contra o vírus H1N1. 

Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença.

Polêmica

Os criadores de porcos querem mudar o nome da doença de gripe suína, para gripe mexicana, devido ao surto da doença ter ocorrido no México. Eles reinvidicam que o nome deve ser mudado pois os criadores temem que haja impacto negativo nas vendas de carne de porco, embora já seja certo de que o consumo de carne suína não transmite a doença.

Para evitar que a suinocultura sofra prejuízos ao ser associada a esta doença, Androulla Vassiliou comissária de Saúde da União Européia, declarou que o seu nome poderia ser alterado para "Nova gripe."

Alguns defendem a idéia que a enfermidade deveria ser denominada "gripe norte-americana"  ou "influenza norte-americana."

Surto de 2009

Até a data de hoje (30/04/2009), no México eleva-se a pelo menos 159 o número de mortes suspeitas pela gripe suína, enquanto o número de falecimentos confirmados pela doença, situa-se em 8.

Sessenta e cinco casos confirmados no Estados Unidos sendo que a primeira morte foi confirmada no dia 29/04/2009.

Casos foram confirmados na Europa:

Duas pessoas de nacionalidade espanhola com caso confirmado. A Espanha declarou cinquenta e nove casos suspeitos.

O Reino Unido confirmou a existência de cinco pessoas infectadas.

Foram registados casos suspeitos em França e Suiça.

Em sua escala de risco de pandemia, a Organização Mundial da Saúde aumentou o nível de alerta em relação à gripe suína de 4 para 5. Na escala, criada em 2005, o nível máximo é 6. O surto é o que teve maior classificação desde a criação da escala.

 

Países lusófonos

 

Portugal, Timor Leste e países lusófonos africanos: Até agora não foi regist(r)ado nenhum caso confirmado de Gripe Porcina em Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau ou em Timor Leste. Em Portugal existiram 3 casos suspeitos que não se confirmaram.

Brasil

Espírito Santo: No Espírito Santo, o primeiro caso suspeito de gripe suína foi registrado dia 28/04/2009, terça-feira. Um engenheiro de 32 anos, morador da Praia da Costa, em Vila Velha, que chegou dos Estados Unidos dia 24, sexta-feira, estava com os sintomas da doença, e agora é monitorado pela Secretaria de Saúde (Sesa).

Goiânia: Uma mulher e uma criança (mãe e filha), chegaram ao Hospital Materno Infantil no dia 28 de Abril de 2009, terça-feira, com a suspeita da gripe suína. O marido da mulher viajara para os Estados Unidos anteriormente. Os funcionários receberam máscara bico-de-pato, e os pacientes que estavam no local receberam máscara cirúrgica. Filha e mãe foram encaminhados para o HDT (Hospital de Doenças Tropicais). A mulher disse que seu marido chegou dos Estados Unidos muito gripado, mas não foi ao hospital e ainda não se tem informações a respeito dele.

São Paulo: Chegaram a ser suspeitados dois casos, um de uma mulher e o outro, de um rapaz, mas na mulher foi diagnosticado sinusite. O rapaz ainda está internado e o exame só sairá nesta quarta feira, dia 29. Na maioria dos aeroportos, passageiros que vieram de vôos que sairam do México estão recebendo máscaras. Há no HC da Unicamp, dois casos suspeitos da gripe.

Belo Horizonte: Três pessoas foram internadas no dia 27. Todas estavam em Cancún, no México. E uma pessoa no dia 28 de abril.

Salvador: Um caso suspeito, homem proveniente de Boston com todos os sintomas. Está internado no hospital Otávio Mangabeira fazendo exames e aguardando os resultados para a confirmação da infecção.

Rio de Janeiro: Uma mulher que chegou dos Estados Unidos no sábado (25) está internada num ambiente isolado desde segunda-feira (27) no Hospital Copa D'Or, em Copacabana, na Zona Sul. A mulher, que tem 44 anos e está num quarto da unidade semi-intensiva, apresenta sintomas de gripe forte, com febre alta, dor de cabeça e dor de garganta. Em Volta Redonda, no interior do estado, uma médica que chegou de Cancun, encontra-se de quarentena por suspeita da doença, exames já realizados estão no aguardo dos resultados.

Fortaleza: Duas crianças e uma mulher chegaram a Clínica Gênesis, onde foi diagnosticado a doença.

Itapema: Três pessoas de uma mesma família estão com suspeitas de terem contraido a Gripe Suina,numa viagem para Curitiba (PR) e tiveram contato com um estudante do México. Os mesmos estão isolados desde de Terça-Feira(28), e um homem parente dos mesmos está em casa sobre monitoramento. E o exame das três pessoas para confirmar se estão ou não com a gripe,foram enviados para o Rio de Janeiro. Primeiro caso de gripe suína na Alemanha Ontem

Na Europa

Alemanha: As autoridades sanitárias alemãs anunciaram que surgiu um caso suspeito de contágio com o vírus da gripe suína em Hamburgo, cujos primeiros testes deram positivos. Trata-se de uma jovem, que está internada em quarentena na clíncia universitária local, "com sintomas suspeitos", disse o porta-voz da Direcção Regional de Saúde, Rico Schmidt. A paciente esteve no México e depois de aterrar em Dusseldorf regressou a Hamburgo, onde reside, adiantou ainda o mesmo responsável.

O diagnóstico definitivo aguarda ainda, no entanto, o resultado de testes bio-moleculares, considerados mais exactos do que os testes preliminares já efectuados.

A jovem está a ser medicada e o seu estado de saúde "é bom, dadas as circunstãncias", disseram ainda as autoridades sanitárias de Hamburgo.

Nos três casos suspeitos surgidos na segunda-feira, na Renânia, não se confirmou a presença do vírus H1N1 da gripe suína.

Hoje, porém, na Baviera (sul da Alemanha) foram detectadas mais três pessoas que estiveram recentemente no México, um casal e um homem, revelou o ministro da saúde bávaro, Markus Soeder. O casal "está bem", mas o terceiro paciente "apresenta sintomas de gripe", faltando apurar se se trata da gripe suína, segundo o director do Instituto Robert Koch (RKI), Joerg Hacker. O casal está sob vigilância médica, em casa, e o homem foi hospitalizado numa clínica de Munique, em regime de quarentena.



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 19h49


MEUS AMIGOS DE SEMPRE

VOLTEIIIII!!

Quero muito agradecer ao meu amigo Paulo mais conhecido por ariesstefanelli, que reformulou meu blog, está lindo pra caramba, e dizer – lhe que você é meu amigo de todas as horas. Agradeço a VIDA, a Kally gata brava minha amiga que em nenhum momento me deixou, enfim todos que amam a IRIS e que mantem este amor declarado para sempre.

Meus amores, estive com uma profunda depressão, ainda em tratamento, mas estou bem, fiquei melhor agora visitar o blog e deparei com ele lindo, então fiquei com muita vontade de voltar a fazer o que gosto de melhor, informar sobre saúde e me divertir com a IRIS, THATI E agora minha atual querida que é a ANA CAROLINA DO BBB9.

Para provar que estou bem deixo aqui algumas informações sobre esta doença que atinge a gente em silêncio, que maltrata e até mata a gente devagarzinho.

Quem tem amigos nunca fica só!

Depressão: Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste.
Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão psiquiátrica e a depressão normal seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo. O clima de uma região ordena como ela prossegue ao longo do ano por anos a fio. O tempo é a pequena variação que ocorre para o clima da região em questão. O clima tropical exclui incidência de neve. O clima polar exclui dias propícios a banho de sol. Nos climas tropical e polar haverá dias mais quentes, mais frios, mais calmos ou com tempestades, mas tudo dentro de uma determinada faixa de variação. O clima é o estado de humor e o tempo as variações que existem dentro dessa faixa. O paciente deprimido terá dias melhores ou piores assim como o não deprimido. Ambos terão suas tormentas e dias ensolarados, mas as tormentas de um, não se comparam às tormentas do outro, nem os dias de sol de um, se comparam com os dias de sol do outro. Existem semelhanças, mas a manifestação final é muito diferente. Uma pessoa no clima tropical ao ver uma foto de um dia de sol no pólo sul tem a impressão de que estava quente e que até se poderia tirar a roupa para se bronzear. Este tipo de engano é o mesmo que uma pessoa comete ao comparar as suas fases de baixo astral com a depressão psiquiátrica de um amigo. Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.

 

Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjôos. Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário um grupo de sintomas centrais:

Perda de energia ou interesse - Humor deprimido - Dificuldade de concentração - Alterações do apetite e do sono - Lentificação das atividades físicas e mentais

Sentimento de pesar ou fracasso.

Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhoria e piora são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho quando durante alguns dias o paciente sente-se bem. Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas simultâneos, aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. Até que se faça o diagnóstico praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que está acontecendo com elas, julgando sempre ser um problema passageiro.

 

Outros sintomas que podem vir associados aos sintomas centrais são: 

Pessimismo - Dificuldade de tomar decisões - Dificuldade para começar a fazer suas tarefas - Irritabilidade ou impaciência - Inquietação - Achar que não vale a pena viver; desejo de morrer - Chorar à-toa - Dificuldade para chorar - Sensação de que nunca vai melhorar, desesperança... - Dificuldade de terminar as coisas que começou - Sentimento de pena de si mesmo - Persistência de pensamentos negativos - Queixas freqüentes - Sentimentos de culpa injustificáveis

Boca ressecada, constipação, perda de peso e apetite, insônia, perda do desejo sexual.

Diferentes tipos de depressão: Basicamente existe as depressões monopolares (este não é um termo usado oficialmente) e a depressão bipolar (este termo é oficial). O transtorno afetivo bipolar se caracteriza pela alternância de fases deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação do humor. A depressão monopolar só tem fases depressivas. 

Depressão e doenças cardíacas: Os sintomas depressivos apesar de muito comuns são pouco detectados nos pacientes de atendimento em outras especialidades, o que permite o desenvolvimento e prolongamento desse problema comprometendo a qualidade de vida do indivíduo e sua recuperação. Anteriormente estudos associaram o fumo, a vida sedentária, obesidade, ao maior risco de doença cardíaca. Agora, pelas mesmas técnicas, associa-se sintoma depressivo com maior risco de desenvolver doenças cardíacas. A doença cardíaca mais envolvida com os sintomas depressivos é o infarto do miocárdio. Também não se pode concluir apressadamente que depressão provoca infarto, não é assim. Nem todo obeso, fumante ou sedentário enfarta. Essas pessoas enfartam mais que as pessoas fora desse grupo, mas a incidência não é de 100%. Da mesma forma, a depressão aumenta o risco de infarto, mas numa parte dos pacientes. Está sendo investigado.

Depressão no paciente com câncer: A depressão costuma atingir 15 a 25% dos pacientes com câncer. As pessoas e os familiares que encaram um diagnóstico de câncer experimentarão uma variedade de emoções, estresses e aborrecimentos. O medo da morte, a interrupção dos planos de vida, perda da auto-estima e mudanças da imagem corporal, mudanças no estilo social e financeiro são questões fortes o bastante para justificarem desânimo e tristeza. O limite a partir de qual se deve usar antidepressivos não é claro, dependerá da experiência de cada psiquiatra. A princípio sempre que o paciente apresente um conjunto de sintomas depressivos semelhante ao conjunto de sintomas que os pacientes deprimidos sem câncer apresentam, deverá ser o ponto a partir do qual se deve entrar com medicações.
Existem alguns mitos sobre o câncer e as pessoas que padecem dele, tais como"os portadores de câncer são deprimidos". A depressão em quem tem câncer é normal, o tratamento da depressão no paciente com câncer é ineficaz. A tristeza e o pesar são sentimentos normais para uma pessoa que teve conhecimento da doença. Questões como a resposta ao tratamento, o tempo de sobrevida e o índice de cura entre pacientes com câncer com ou sem depressão estão sendo mais enfocadas do que a investigação das melhores técnicas para tratamento da depressão.
Normalmente a pessoa que fica sabendo que está com câncer torna-se durante um curto espaço de tempo descrente, desesperada ou nega a doença. Esta é uma resposta normal no espectro de emoções dessa fase, o que não significa que sejam emoções insuperáveis. No decorrer do tempo o humor depressivo toma o lugar das emoções iniciais. Agora o paciente pode ter dificuldade para dormir e perda de apetite. Nessa fase o paciente fica ansioso, não consegue parar de pensar no seu novo problema e teme pelo futuro. As estatísticas mostram que aproximadamente metade das pessoas conseguirá se adaptar a essa situação tão adversa. Com isso estas pessoas aceitam o tratamento e o novo estilo de vida imposto não fica tão pesado.

A identificação da depressão: Para afirmarmos que o paciente está deprimido temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado e pelo contrário movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.

Causa da Depressão: A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Esta afirmação baseia-se na comprovada eficácia dos antidepressivos. O fato de ser um desequilíbrio bioquímico não exclui tratamentos não farmacológicos. O uso continuado da palavra pode levar a pessoa a obter uma compensação bioquímica. Apesar disso nunca ter sido provado, o contrário também nunca foi.
Eventos desencadeantes são muito estudados e de fato encontra-se relação entre certos acontecimentos estressantes na vida das pessoas e o início de um episódio depressivo. Contudo tais eventos não podem ser responsabilizados pela manutenção da depressão. Na prática a maioria das pessoas que sofre um revés se recupera com o tempo. Se os reveses da vida causassem depressão todas as pessoas a eles submetidos estariam deprimidas e não é isto o que se observa. Os eventos estressantes provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis. Exemplos de eventos estressantes são perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave, pequenas contrariedades não são consideradas como eventos fortes o suficiente para desencadear depressão. O que torna as pessoas vulneráveis ainda é objeto de estudos. A influência genética como em toda medicina é muito estudada. Trabalhos recentes mostram que mais do que a influência genética, o ambiente durante a infância pode predispor mais as pessoas. O fator genético é fundamental uma vez que os gêmeos idênticos ficam mais deprimidos do que os gêmeos não idênticos.



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 22h27


ESTOU COM PROLEMAS

BREVE VOLTAREI

 



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 03h15


VAMOS CONHECER UM POUCO

MAIS DESTA DOENÇA.

 

O que é Ehlers-Danlos?

Ehlers-Danlos são um grupo de doenças que apresentam características comuns, incluindo nódoas negras, hipermobilidade articular (articulações soltas), que estende facilmente a pele (pele hyperelasticity ou laxismo), e fraqueza dos tecidos.

 O Ehlers-Danlos síndromes são herdadas nos genes que são passados de pais para filhos.  Eles são classificados de acordo com a forma de transmissão genética em diferentes tipos com muitas características diferentes entre os doentes de qualquer tipo.  A fragilidade da pele e articulações soltas é muitas vezes um resultado anormal de genes que produzem proteínas anormais que herdou uma forma fragilidade de colágeno (proteína do normal "cola" de nossos tecidos).

 Em 2001, os pesquisadores descobriram uma nova forma de Ehlers-Danlos que é causada por uma anormalidade herdada por uma proteína diferente do colágeno que normalmente desempenha também um papel obrigatório em conjunto às células dos nossos tecidos (incluindo a pele, tendões, músculos, e vasos sanguíneos).  Anormalidades nesta proteína, denominada Tenascin, também conduzir a uma forma de Ehlers-Danlos. Investigadores suspeitam que Tenascin, pudesse desempenhar um papel na regulação da distribuição normal de colágeno no conectivo tecidos do corpo.

 Quais são os tipos de Síndrome de Ehlers-Danlos?

Clássica tipo  (anteriormente tipos I & II)

 Marcado hipermobilidade articular, hiperextensibilidade da pele (laxismo), e de fragilidade são característicos do tipo clássico de Ehlers-Danlos.  O bom, pele aveludada é frágil e lágrimas ou nódoas negras com facilidade trauma mínimo.  Conjunto luxações e escoliose são comuns.  Conjunto instabilidade pode levar a entorses e estirpes.  Este tipo clássico é herdada como traço genético autossômico dominante (directamente passada de uma mãe para filho).

 

 Hipermobilidade tipo (ex-tipo III)

 Conjunto hipermobilidade é a principal manifestação desta forma de Ehlers-Danlos.  Qualquer conjuntas podem ser afetados, e luxações são freqüentes.  Este tipo é herdada como traço genético autossômico dominante.

 Vascular tipo (anteriormente tipo IV, o formulário arterial)

 De esta forma de Ehlers-Danlos, espontâneo ruptura das artérias e intestino é uma manifestação grave que pode levar à morte. Clubfoot podem estar presentes ao nascimento.  Pele laxismo é de graus variados.  Veias podem ser muito visíveis através da pele.  É herdada como autossômica dominante (diretamente passada de uma mãe para filho) e recessivo (não vi nos membros da família ou em apenas uma geração de membros da mesma família) traço genético.

Kyphoscoliosis tipo (anteriormente tipo VI)

 Globo frágil dos olhos, pele e fraqueza articular significativo, e severa curvatura da coluna vertebral (escoliose), são características típicas.  É herdada como um autossômico recessivo (não vi nos membros da família ou em apenas uma geração de membros da mesma família).

 Arthrochalsia tipo (antigo modelo VIIB, arthrochalasis múltipla congénita)

 Os doentes são curtas de altura e gravemente afetada pela fraqueza articular e luxações.  Envolvimento cutâneo é variável.  Herança recessiva e autossômica dominante é possível.  Uma biópsia da pele pode ser utilizado para diagnosticar essa desordem.

 Dermatosparaxis tipo  (anteriormente tipo VIIC)

 Gravemente doentes têm pele frágil que é macia e pastosa com flacidez e dobrável.  Esta forma rara de Ehlers-Danlos, síndrome pode ser diagnosticado com uma biópsia da pele.

 Deficiente tipo Tenascin-X

 Conjunto hipermobilidade, hyperelastic pele, tecido frágil e são vistos.  Os doentes com este tipo não existem múltiplas encolhimento (atrofiou) cicatrizes na pele o que é muitas vezes visto no clássico Ehlers-Danlos.  Herdada como um traço genético autossômico recessivo (não vi nos membros da família ou em apenas uma geração de membros da mesma família).

Outra variante de tipos raros foi relatada na única família.

Como é Ehlers-Danlos diagnosticado?

 O diagnóstico da síndrome de Ehlers-Danlos, síndrome é baseado nos achados clínicos do paciente e do histórico familiar.  Para alguns tipos de Ehlers-Danlos, uma biópsia da pele para determinar a composição química do tecido conectivo pode ajudar a sugerir o diagnóstico.

Como são Ehlers-Danlos síndromes tratados?

 Ehlers-Danlos síndromes são tratados de acordo com o que manifestações presentes em especial a um determinado indivíduo.

 Proteção da pele (a partir de lesões de trauma e de sol, etc) é crítico. Ferimentos devem ser tenderam a com grande cuidado e infecções tratados e evitados. Sutura pode ser muito difícil que a pele pode ser extremamente frágil.

 Conjunto prejuízo deve ser evitado. Ocasionalmente, órtese pode ser necessária para manter a estabilidade comum.  Os exercícios que fortalecem os músculos que sustentam as articulações podem ajudar a minimizar a lesão comum, esportes e atividades conjuntas que envolvem impacto devem ser evitada.

Síndrome de Ehlers-Danlos são um grupo de doenças que apresentam características comuns, incluindo fácil nódoas negras, hipermobilidade articular (articulações soltas), que estende facilmente pele (pele hyperelasticity ou laxismo), e fraqueza dos tecidos.

O Ehlers-Danlos síndromes são herdadas nos genes que são passados de pais para filhos.

O diagnóstico da síndrome de Ehlers-Danlos, é baseado nos achados clínicos do paciente e do histórico familiar.

Ehlers-Danlos são tratados de acordo com o que manifestações presentes em especial a um determinado indivíduo.

Última Revisão Editorial: 2/25/2008



Agradeço a visita - Cecília Alves ÀS 03h13



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